Saudades nos remetem a poesia..ao suor ..ao delírio..Deixar o suor, da minha pele, pingar no teu corpo, para derretermos, juntos, libido em juras de amor?
A tua essência escorre pelas minhas pernas, durante o sono. Rebolo, sozinho, por madrugadas inteiras, te imaginando nua, colada a mim. Lembro do teu cheiro, da tua pele, do teu toque; De tudo o que ainda não aconteceu em carne, mas pulsa em meu corpo e mente: desesperado e desenfreado. Loucura, tormento, delírio.
Acordo ofegando, num cio eterno de você. E só penso em me esfregar em ti, até sair faísca; Até o fogo queimar nossos corpos, dourando desejo, cozinhando sussurros.
Sonho com a sua voz, com o seu sorriso. Tudo em você já me deixa sem ar. Seus olhos e palavras, a cor da sua pele, o gosto da sua boca. Sonho com um desejo que quase me transporta para o teu lado. Sinto como se a minha alma me fugisse para dormir em teu abraço. E, a distância quase metafórica, porque já te sinto morando em cada átomo de mim.
Tudo em você me arrepia a pele; Tudo em você me faz perder o controle. E eu gemo sozinho, à noite, imaginando o teu ouvido próximo a minha boca; Tudo de nós dois como apenas um. São poesias de delírio imagético que se tornam, a cada dia, mais reais.
A mente divaga no que eu necessito que venha a existir. Você em minha cabeça, transformando sonhos em pesadelos, ao acordar na cama vazia. Na ausência de ainda não te ter ao meu lado.
Toque o meu corpo que eu mergulho no teu mundo.
Me banhe com a tua língua, sinta o sal da minha pele em tua boca. Morda meus mamilos, gema em meu sorriso: Transforme a eternidade em orgasmos pálidos; E, o agora, algo além do inesquecível.e os meus olhos e sinta o quanto do meu corpo arrepia por você. E venha beijar minha boca. Roce a sua língua na minha, morda meus lábios, toque meu corpo.Aperte minha cintura e bunda. Me transporte pra longe daqui…
Me deixe beijar seu pescoço e percorrer tua orelha com a língua. Eu quero puxar os cabelos que se arrepiam em sua nuca. Tire a blusa e me mostre o teu corpo. E deixe que eu admire a perfeição das tuas curvas.
Repare que já não há controle: Meus dedos e língua se movem por si só. Eu já arranho tuas costelas e costas. E lambo o que há de nu em ti. Sinto sua pele se eriçar em minha boca. E meus sentidos se perderem em libido.
E arranco a tua roupa toda. E provoco o que se esconde em tua calcinha. Te sinto derreter na ponta dos meus dedos, molhando a minha pele pelo tecido que não escoa o desejo.
Abra as pernas e me deixe romper tua carne. E se permita delirar nos meus pecados. Abençoe a minha noite com os gemidos que você teme em tentar conter, que eu deslizo os meus dedos dentro e fora de você.
Vire de costas. E deixe eu me esfregar em sua bunda. Sinta o calor que emana de nós. E entenda a sobriedade em delírios de orgasmos.
Perceba que as minhas pernas tremem. E aproveite a sensação dos teus mamilos valsando no teu dorso. Estou encharcado em tua glória. Meu corpo pulsa e o coração já bate entre as pernas; Teu goza escorre nos meus dedos. Os levo à boca. E sinto um pouco do gosto doceamargo: O gosto que já é memória antes do fim do ato consumado.
Você fica linda com o rosto avermelhado pelos espasmos de tesão. A boca inchada de morder os lábios. Os olhos acesos de desejo. Adoro o jeito que você me olha…
Tire minhas roupas. Quero poder esfregar meu corpo no seu: misturar curvas e fluídos. Sinta o meu rio desaguar no seu mar, enquanto rebolo o meu sexo no seu. Ouça este dueto de gemidos. Aperte os meus mamilos. E quanto mais alto ecoa esta sinfonia libidinosa, mais forte quero me corromper em seus grandes lábios.
Você sente o suor que molha o meu corpo? Sente o tremor em minha pele? E o coração sambando desgovernado no peito? São minhas respostas pelo deleite em tuas curvas. É a glória de sentir a mulher exausta sob o meu ser.
Aproveite o cansaço desta minha pequena morte e faça o que quiser de mim. És fêmea no cio, dotada de tesão inesgotável: Os olhos fechados pelo orgasmo voltam a ganhar vida nas estocadas dos meus dedos em tuas entranhas.
Deliro no teu ato, enquanto a tua língua invade a minha boca e tuas unhas se cravam no meu corpo. E eu pareço sentir tudo ao mesmo tempo: Ora meus dentes em teus mamilos; ora minha língua em teu grelinho. Então, derreto, alucinado, nos teus dedos.
Agora, só quero sentir teu gosto: Venha sentar em minha boca e rebole no meu rosto. Sinta a minha língua deflorando o teu íntimo, me afogue na correnteza da tua luxúria.
Perceba os nossos corpos exaustos. A noite já era dia antes de cimentarmos nossas peles na magia de Morfeu.
Veja como transformamos pecados em dádivas; E que te ordeno por seres minha escrava. O mundo é mais belo que os sonhos. E o meu universo se resume a te ter.
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ui!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
metafísica em palavras
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