Hoje a rainha Elizabeth está comemorando seu jubileu , mas eu, eu que me senti rainha dos desejos!
O olho roçou as letras e o corpo aumentou a temperatura. Nada acontece ao acaso, como diz Schop...
"damos o nome de destino às asneiras que cometemos"...
eu adorei...simplesmente assim, e eu estou um pouco dolorida ainda de umas cagadas que andei vivendo, mas como ficar sem admitir que essas palavras alimentam o que eu gosto de sentir vivo: minha sensualidade...
Não mexi com ninguém, estou paradinha, quietinha, não sei o que veem em mim.
"É pecado você não saber o que eu sinto, à distância, quando o meu pensamento te toca.
Mas me sente vai me sente.
Me pego sôfrego e ofegante em todas as partes do dia. Fecho os olhos para encontrar teu sorriso safado indo de encontro ao meu ouvido para sussurrar que eu te enlouqueço, enquanto tento disfarçar o quanto de mim já perdi no desejo de te ter colada ao meu corpo.
Abro os olhos para me perceber lambuzado na magia erótica em que você me aprisionou. Sinto o coração pulsando no lugar errado: muito abaixo do peito; na casa dos teus dedos e no teu lago de pecados sentimentais.
Volto os olhos para a realidade: A prova, em branco, sobre a mesa. Percebo o suor vertendo do meu corpo, como nas tardes, em que brigamos pelo domínio do sexo: Quem derrete primeiro? Quem deseja mais? Quem desperta mais tesão no outro?
Você parece idéia fixa e eu me controlo para não misturar a urgência do meu corpo pelo teu com filosofia. E tento abafar o ímpeto de me tocar fundo e íntimo para tentar sentir os dedos que são seus.
O dia passa, mas não a tua lembrança. Te carrego nas veias, esquentando o meu corpo, passeando em meu sangue. Suspiro gemidos e saudade. E me arranho o corpo, mordo os meus lábios, esfolo a pele. Simplesmente, enlouqueço. Chego em casa para me perder em água quente do chuveiro; nas ilusões táteis dos teus peitos roçando no meu torax; no que, em mim, implora pelo fim dessa saudade.
E toco o meu corpo como se ele fosse intocado. Com a voracidade de quem precisa salvar a própria vida. Tremo como se fossem os teus dedos a invadir o meu corpo. E desabo de cansaço.
Então, sorrio pros teus olhos, à distância, esperando que você receba uma mensagem de tesão e afeto por telepatia. Descanso o corpo na cama, abraçando o nada. Desejando o teu corpo materializado no meu; o fim da espera; a fusão de dias e noites na lua-de-mel de mil séculos.
Desejando…, é…, desejando. e desejando.."
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