Há na filosofia uma distinção entre desejo e querer, vontade leva à ação e é uma exibição para a consiciencia do que eu efetivamento quero.
Mas desejo...desejo eu não sei definir , mas sei o que me desperta, imprudentemente eu sei....
Achei qualquer coisa sem definição essas palavras todas juntas e senti, senti uma vontade misturada com cisas que nem sei classificar, mas é digna de ser colocado aqui para que se leia, releia.
Desejo com uma pitada na medida de sensualidade. Coisa difícil ,fácil é ser vulgar, difícil é ser sensual e singular. Realmente nao sei quem é o autor e nem preocupei saber da autoria...quis ler , do começo ao fim.
"Você me levou a um mundo de sonhos.
temos 69 vezes de desejos.
Que tamanho tem o desejo?
Fúria que arranca o gozo que não tem controle?
O que alimenta o delírio de ter e não ter?
Como é que se sacia uma vontade que não tem lugar?
Nem tempo?
O que tem?
É no encontro da tua força e da minha vontade de ser forte no poder de me dar, de ceder, de entregar.
Papéis.
Eu posso quase todos, mas prefiro as folhas em branco se oferecendo aos meus pincéis e versos. Me rabisque da tua língua de fera, dos teus dedos ápices, da tua fome voraz. Incisiva como a intensidade que me divide ao meio. Há o sangue que corre nas veias e não quer parar. Há a liberdade de poder tudo dentro de mim.
Quer?
O que quer?
Eu te prometo quase todos os pecados carnais.
Todos os que sei na carne que quero contigo.
Olhe aqui.
Toque aqui.
Sinta o poder que tem.
Que me tem.
Tudo porque você me revira as entranhas e me deixa em estado de choque. Tudo porque eu sei que conheço, e tenho certeza dos teus caminhos até minha cama. E você percorre todos seguindo minha voz (dentro do teu ouvido você sabe o que eu digo). Conhece as minhas palavras todas e vai conhecer ainda mais, as minhas maldades distantes e os meus sabores mais íntimos. Inspire. O ar entra repleto dos meus gemidos...
E pra onde vai?
Por onde sai?
O que te aquece aí dentro?
Que nome tem o que sobe pela tua pele na minha, crava os dedos nas coxas tensas e te invade entre as pernas te tirando do centro?
Não?
Venha e se encoste a mim. Eu quero você resvalando os meus domínios de água.
Eu quero o teu corpo adesivo no meu.
Venha e se acomode escorregadia nas minhas intimidades brilhantes.
Eu quero a tua força me pressionando, te pressionando.
Contra.
Eu quero ouvir você dizer que vai gozar em mim.
E ser verdade.
E escorrer teus sumos doces e preencher meus sulcos. Eu quero o teu encaixe de fogo. Eu quero as tuas densidades nas minhas e o fim da distância. Tão perto quanto é intenso.
É esse teu gosto que me faz falta.
Uns açúcares e sais e uns sumos cítricos e qualquer coisa de alcóolica que vem da tua boca e pode chegar na minha.Ah! vinho que tanto falamos e ainda não sentimos na boca ou no sexo de um do outro. E também me faz falta o teu cheiro invadindo minha pele e outras invasões mais densas. Subversões da norma. E segue quente e segue sempre e segue sendo delírio e pecado. É nos meus encaixes e nos teus encaixes que escapamos da rotina. É na rotina insana de ires e vires e dentros e mais no espaço-tempo-segredo espécime rara latente na carne que eu fujo e você foge dentro de mim. São os nossos pequenos segredos-prazeres. Incurável, posto que é fantasia. Um oásis devaneante dentro da tua boca voraz. Marcas e marcas e marcas. E Marcos e Marcos e Marcos. Dqui pra frente esse nome não te será mais oculto, onde vires Marcos, marcas será no teu corpo e na tua mente. O pecado brilha mais, pede mais, grita mais. Você me escorre prazeres ímpares. Demore-se em mim o tempo que houver. Todo tempo que houver. Como se ele fosse outro que não o tempo das horas corridas na vida de sempre. Como se ele fosse só nosso e o resto, nada. Mas apenas ali. Porque tua e minha têm outras semânticas nesse jogo de desejo. Misturam-se na carne carmim que túrgida arrebenta e brota. Pertencer visceral e fluidos embaraçados.
Sou devasso, carnal, limiar. Tarado, ambíguo, menino, moleque, homem .Masculino pra te tarar e até feminino pra te acarinhar como a mais sensual forma de prazer igual.
E de tempos em tempos me pego teu. Aflito de um querer indisfarçável. Ávido. E te sei pensando em curvas e lagos meus em horas inoportunas. E o controle no embate com a distância que nem há. Silêncio agora. Beije-me e mais nada.
Os olhos abertos no teto branco enquanto dedos incertos percorrem as rubricas do teu desejo. Uma, duas, três, quatro memórias tinturas aqui e ali. No corpo, na cama, na boca e na sede do gosto teu. Há qualquer coisa do teu poder que se recusa a deixar minha carne. Ressoa em ondas sob os poros coloridos. Alheios ao desejo que derrama e chama, o tempo sempre corre e o relógio sempre pulsa. Não mais que os meus dentro nos teus dedos, mas sempre rebrilham lembrando de lá fora. Eu queria reter nos bolsos, nas malas, debaixo dos lençóis, atrás das portas trancadas, no meio úmido das tuas pernas, o prazer que exala, emana e brota.Deixa-me te sorver como um bom vinho tinto sentindo os líquidos tomarem conta da minha língua insana. Escorre transparente pela testa, nas ondas dos cabelos, entre os seios, desvia do umbigo e desce todo pelas brechas, pelas dobras, pelas coxas. E há a minha língua que pode te comover e remover com carinho a pele. E entra deslizando contornos-fendas. E te ouvir gozar e te chamar pra mim. E mergulhar lábios nos lábios. E as tuas cheias serem para me inundar. Boca e sexo. E ser a mistura na carne que vibra. Eu, você. E o desejo ser maior que as horas, que o senso, que as possibilidades. E ser imperativo na minha voz que se enrosca nos teus cachos e te penetra ouvidos atentos. Prazer, prazer, prazer. Você fala. Repete (pra mim? pra você?). A boca se despede no beijo. E a porta fecha e o desejo fica e o desejo vai. Ciclos e ondas e marés sempre cheias. Sempre...
Vem e diz aqui bem perto. Tão perto que minha pele te ouvisse calada. Te quero. Liberdade. E que da tua boca, tão próxima dos meus desejos úmidos, só saíssem sons de sins e sins e sins. E teus lábios estivessem nos meus. Aqui e ali. E teus olhos revirassem minhas curvas e teus dedos cravados na carne. Violentos e intempestivos feito água arrebentando os diques. Libertinagem. Eu peco, tu pecas. Te absolvo entre minhas pernas se me beijares a boca todas as vezes depois do gozo. E sentisse o meu gozo na tua boca profunda com lábios de tesão. E todos profusos, profícuos, prolixos. Vem te certificar das tuas memórias de pele. Vem redescobrir o cheiro, o gosto, o tato. Vem me ouvir te chamar. Mais. Aqui. E aqui também. Liberaleza. Vem que o teu descanso é em mim. Repousando trêmula dentro da minha boca. O coração batendo no meu. Dentro de mim ainda. A noite toda liberta. Dentro de mim ainda. Uma vez mais. E outra. E outra. Dorme aqui dentro de mim, misturada de prazer. Revirada por dentro. Tua desordem na minha cama.
Não tem jeito. Tem? Não temos. Há 69 vontades rondando o meu sossego e todas elas conspiram silenciosamente com as tuas outras tantas e não me deixam dormir em paz. Molham o lençol, molham as frestas na pele, molham os lábios perdidos. Certas coisas vêm e me atropelam. Nós. Metáfora. E eu conheço o teu segredo profundo em mim. De desajeitos e marcas cravadas na pele, de dedos simultâneos e palavras diluídas nas enchentes da carne, de mãos fortes e cheiro de sexo, da subversão do comum e de um beijo redondo que me envolve a boca. Por que tudo é longe e sem tempo? Queria o prazer inundando o calendário, as agendas apertadas, as horas do dia. E respingando nossas bocas misturadas. É, sim. Vontade de tudo de novo. Há outros prazeres possíveis, mas há o jeito teu de me fazer gozar. E de molhar em mim e de se molhar toda em si. Encaro de frente o desejo de alguma madrugada contigo. E todo o tempo do mundo pra te ter em mim. Ser teu completamente enquanto me aquece a boca o teu gosto-gozo. Silenciam meus eufemismos e sutilezas quando o desejo é carne ardente, latência intensa de um homem. É dor e marca na pele. É beijo doce e mãos sutis. É mistura ambígua. É qualquer coisa que não há no dia-a-dia, mas há nos dias que escorrem em nós.
Há um cheiro doce dos poros e um gosto que penetra na língua. Há as curvas e as pequenas marcas na pele e os dedos que se embaralham nos meus e a palma quente da mão. Há o silêncio e a frase curta e profunda que diz e que chama. Há o espelho íntimo do outro ser como eu e ser diverso e ser igual e ser outra e não outro. Há sempre o beijo do encaixe. Há a pele macia na minha e um trajeto de mãos pelos desenhos do corpo. Há o ventre e os seios e as coxas afastadas e o abismo das costas. Há o doce e há o forte. E os olhos nos meus bem dentro, buscando as cores e o que há por trás, por dentro e no fundo. Há o novo no outro. Há a força do gozo e a sutileza dos dedos percorrendo caminhos. Há a língua nas fendas ocultas e há o abraço quente do seio no meu tórax. E olhos que chamam pra perto. Há cachos nos cabelos e línguas espirais. E sempre estão lá as palavras não ditas. E depois derramando vermelhas sobre o papel que não há. Há os ciclos e as feminices tuas. Há a circularidade simultânea das ondas que saem da minha boca para o teu sexo e da tua boca para o meu. Círculo de fogo vertendo água. Há o tatear do corpo novo e o degustar de cada sabor. Há as cenas fixas no fundo dos olhos (e há os desenhos na memória e os flagrantes de belezas em gotas nos gestos, nas cores, nas formas). E há os sons do sexo e a voz feminina mostrando que quer. Há os lábios nos bicos e os dedos afastando os cabelos e desnudando a vontade de ver. Há as línguas tocando as pontas. Há a fome do gozo de nós dois. Há o feminino que invade o corpo também. Penetra e ocupa e se perde. Há os verdes, os rosas, os vermelhos e o que brilha na ponta dos dedos molhados. Há a mistura homogênea e as soluções alquímicas. Há o encontro dos semelhantes e as tantas possibilidades. Há o domínio, a força, o poder e há a reciprocidade e o equilíbrio. Há uma língua na minha e dedos que me transpassam. Há sessenta e nove mil beijos(Você não se satisfaz assim?) e a mão deslizando sutil entre os cabelos. Há o gozo. Os. E há, sempre, a vontade de não ir.
Eu quero um gozo sinônimo de encanto. Encantamento. Quase mágica, talvez. Ainda quero gozar com você. And you? Profundamente... Completamente cheia de vontade de te beijar bem devagar. Closer and deeply. Bem dentro. Bem dentro. Bem dentro. Pede. Eu peço. Venha dizer aqui dentro quando é chegada a hora. Quando de novo. Estou marcando nas paredes. Intensamente que fosse agora - desejo. Fevereiro de verão e flores e você dentro de mim. Once more. Tempo para não fazer nada dentro de mim. Ócio produzindo gozo. Prazer agora. Não seria tão? 'As palavras voam'. Sim, mas não te trazem. Se eu repetir 1969 vezes teu nome, você surgirá entre meus entres? Repito, repito, repito. Hoje tive vontade do teu beijo. Janta comigo? O que? Você? Te prometo um jantar de sabores e cheiros e sensações deliciosos. Eu me abro pra você e te chamo. Venha... O gozo na boca e a bebida. Inebriados. A vontade não passou. Passará? Quente de vontade de te ter dentro de mim. Fundo. Perto. Forte. Toda. Isso deve ser algum tipo de alucinógeno. Sim, mas eu prefiro delirar com você dentro (te beijando a boca e te dizendo, entre os teus lábios, que quero gozar com você). Teu gosto de novo enchendo a minha boca. Soon. I hope so. Teus sabores todos (boca, bico, sexo, pele,lábios bem molhadinhos, pelinhos). Malvado. Sou. E safado e gostoso e teu (sempre que você for minha). Tão perto que não haveria nada entre. Entre. Os teus nos meus. As tuas nas minhas. Deveria me beijar agora. Deveria oferecer tua língua para que eu chupe. Deveria estar aqui bem perto me pedindo tudo e eu te dando tudo e te pedindo mais. Deveria estar gozando agora no meu corpo e me molhando e se molhando e misturados. Deveria sim. Por todo canto, por toda fresta, por todo lado que pudesse entrar. Menina... É essa vontade que não vê a hora. Venha dizer no meu ouvido, assim que tocar de novo, e sempre pela primeira vez, meu sexo sob a roupa.
E então falamos de encaixes experimentados junto as diversas formas de te amar. E tem que ser diferente de tudo que você já experimentou um dia. Tem que ser diferente com uma profunda mania de querer. E das tuas palavras materializadas (Sent message. I'm still here).
Então, venha. E diga. E faça comigo. Aqui, um erro de continuidade. Sentir o prazer do teu abraço que encaixa. Arde. Dói de tesão.Não mais. Erro grave na continuidade do desejo. Era antes. Deveria. Must be. Não foi. Ainda quero. Eu também. Fevereiro... Coma morangos,caranguejo,camarões,lagostas,... Mas estamos aqui. Por isso. Por nós. Você nua numa cama misturada à megacidade cinza. Anywhere. Qualquer cidade. Qualquer lugar. Nua pra você. Não apenas pra mim.Pra mim. Quero ver o teu gozo forte.Solitário. E comigo. Prazer. Sempre... Tanto maior quanto mais dentro de mim você estiver. Mais profundamente. E em mais lugares dentro de mim. Tantos quantos forem possíveis. Todos? Juntos? Agora. Mande que eu faço. Juntos, agora, e juntos, no gozo. Sincronicidade. Reciprocidade. Simultaneidade. Dentro de você toda, toda dentro de mim. Assim bem perto para sentir teu coração batendo forte. Me sentir gozando com você - coração, respiração, gemidos, calor. Quero sentir e ver e ouvir você gozar. O gosto do teu gozo na minha boca. Teu cheiro em mim. Vontade de te beijar imensa. Podia estar agora sobre mim, encaixada, deslizando teu sexo no meu. Venha, em mim, assim junto, aqui perto. Bom contigo. Idem. Hora perfeita para te ter entre as minhas pernas até dormir. Por que? Não há aquele calor infernal (basta para mim o teu calor), agora há só o silêncio e a música boa e a vontade toda.
Eu queria estar aí. E descer devagar pelo teu corpo macio. Eu queria beber o primeiro pequeno gole de você em teus lábios. E me embriagar no maior de todos os goles nos teus outros lábios ocultos. Não esquecerei jamais nenhum de teus sabores que poderei provar. Eu queria o teu calor mais molhado deslizando no meu rubro mais intenso (fogo e vermelho num embate de minúsculas terminações nervosas altamente inflamáveis). Eu queria afastar os teus lábios e abraçar o teu sexo com o meu nesse instante. Envolver, abrigar, engolir. Eu queria o teu corpo em desalinho buscando contundente tranpassar-me inteiro (aquela força tamanha que parece querer entrar pelos poros, todos, juntos, ao mesmo tempo, e ficar dentro até que as horas acabem todas e não haja mais nada, só o prazer de estar). Eu queria os teus bicos na minha língua picante, ásperos, suculentos, róseos. Pedindo a primeira mordida e o sorver voraz dos amantes (aqueles que se amam devoram misturados no sangue das faces coradas, no suor nas palmas das mãos, nos cabelos grudados na nuca, nos dedos enterrados na carne, no agridoce das bebidas do sexo). Eu queria as tuas coxas nas minhas e o encaixe perfeito do idêntico. Eu queria a tua pele torturando a minha. E uma língua infinita resvalando os meus contornos lascivos. Eu queria você vasculhando as minhas dobras de pele. Lisa e brilhante do limo, expondo-me à degustação. E a tua língua circular espiral invasora revirando tudo. Eu queria inflamar tuas entranhas te pedindo imoralidades sem nexo. Despir-me dos princípios, dos valores, dos costumes, e ser só mais um homem te querendo até cansar. Fêmea. Mulher.amada.Puta.Safada.Bem linda.Bem sacaninha.Bem menininha carente.Eu te queria preenchendo os espaços vazios dessa falta que você faz. Falta te ter . Falta te ter perto. Falta sentir. Eu queria ver os teus olhos fechados retendo o minuto do gozo tremido, suado, explosivo. Eu queria aquele teu beijo de depois. Eu queria o teu braço em volta da minha cintura me puxando pra perto e se encaixando em mim. Pele na minha pele. Boca na minha boca. Carne na minha carne. Closer...
Venha para perto. Venha sem hora que eu te quero toda, e minha, por todo tempo que houver. E que haja tempo para os beijos doces, as garras cravadas, a carne trêmula, a língua nos sulcos, o cheiro de sexo, o gozo profuso. Entre pela minha porta aberta, sem bater. Invasão consentida. Sente-se e eu te faço meu encaixe perfeito, minha base, meu bem. Quer beber algo? Eu te ofereço meu sumo em cálices de carne túrgida e carmim. Eu brindo ao teu gosto delícia, ao teu cheiro em meus cantos, à tua força motriz. Tem fome? Antropofagia de mim. Escolha o melhor corte, o melhor molho, teus talheres e dentes e boca e língua e dentro. Dentro. Sirva-se da minha loucura faminta e devore-me com a tua. Quer dançar? Encaixe o teu corpo em minhas curvas e escorra tuas mãos por minhas costas nuas. Tua pele na minha, o suor do sexo, a música pulsa e aqui dentro também. Quero teu ritmo forte e teus sons me levando. Eu te trago outros convites ocultos na pele. Tua busca é o evento... O traje é mínimo e não é preciso trazer nada. Quem sabe um vinho tinto ou branco bem geladinho, para regar nossos beijos etílicos? Quem sabe tuas armas brancas que me abrem, me rasgam, me têm? Eu te quero de qualquer modo e de todos os modos. Cada vez mais dentro, cada vez mais gozo, cada vez mais teu. Venha...
Longe para os passos; logo ali, no delírio do desejo. Atalhos dos teus dedos que me tocam desde aí. Não vêm, mas eu sinto. Não tocam, mas eu sei. Foi ontem? Quanto tempo faz que eu te tive tão próxima( nem que seja em palavras,nem que seja você me falando de amores antigos,ai que inveja deles!!!) que era dentro, tão dentro que era uma? Tão perto que eras apenas um nome na internet, mas tão dentro de mim que era apenas um raio de luz que me sacudiu os hormônio todos. Quem será que autorizou esse desejo desmedido a acontecer bem mesmo aqui? E aí? E não ser junto? Toda vez que a internet e um balcão de check in para uma viagem louca ao desejo, saltam entre a tua boca e a minha, eu vou deixando, no caminho, vestígios de palavras. Uma frase solta, desejos pendurados, convites virtuais, reticências repetidas. 'Keep us so near while apart'. Marcas na trilha. Como as quero cravadas na pele pela tua boca ávida! Eu te beijaria 69 vezes desde a porta até a cama. Beijaria teus olhos com os dedos enroscados nos teus cabelos, beijaria a tua boca macia tirando tua blusa e subindo minha roupa, beijaria teus dedos pequenos e lamberia as pontas olhando teus olhos, beijaria teu falo de fêmea,cravaria os dentes até você morrer de tanto gozo, teu sexo gêmeo, tua similitude distinta. Todos os beijos que eu sei esquadrinhando teus centímetros de pele. Todos os beijos que eu sei diluindo em saliva essa aflitiva distância. Você me atravessa, me transpassa, passa por entre, abre caminho. Toca em mim e volta molhada.
E eu gozo só em escrever tanto desejo!!!"
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bem, eu sei quem é o autor e acho que sei também à quem fi escrito
ResponderExcluirruuuu....respira!